Órbita Primária
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O estúdio

Engenharia conduzida como disciplina contábil: revisada, registrada e auditável.

Operamos desde 2014 a partir de São Paulo. Atendemos cerca de quinze clientes corporativos por ano, com squads dedicadas e um corpo técnico de trinta e quatro engenheiros internos.

Origem

Fundado por quem operava plantões.

O estúdio nasceu de uma constatação simples. Empresas brasileiras de médio porte contratavam projetos de software como obras pontuais, e herdavam, ao final, sistemas que ninguém mais sabia operar. O custo aparecia depois — em três anos, no terceiro incidente grave.

A Órbita foi montada para entregar o oposto desse modelo. Quem assina o diagnóstico inicial também participa do plantão das primeiras semanas em produção. Esse vínculo entre projeto e operação está na base do método.

Sala de operação com painéis técnicos em uso
Princípios do estúdio

Três compromissos que organizam a prática.

Os princípios abaixo aparecem nos contratos, nas cerimônias de revisão e na avaliação de desempenho interno. Não são aspirações de slide.

01

Documentação como entregável

Toda decisão técnica gera um documento de arquitetura curto, indexado e revisado. Quem assume o sistema seis meses depois encontra o histórico completo.

02

Plantão compartilhado

Engenheiros da Órbita participam da escala de plantão durante o período de estabilização. O conhecimento operacional é transferido antes do encerramento do contrato.

03

Carteira fechada

Aceitamos um número limitado de engajamentos simultâneos para preservar a profundidade do trabalho. A lista de espera é pública para os clientes em conversa ativa.

Posicionamento

Um produto bem construído paga o próprio custo de manutenção. Quando isso não acontece, há uma decisão de engenharia mal feita em algum ponto da história — e a investigação começa por ali.

— Renata Maciel, Diretora de Engenharia
Estrutura interna

Trinta e quatro engenheiros, organizados em três frentes.

O corpo técnico se divide entre produto, plataforma e dados. Cada frente é conduzida por um líder com responsabilidade direta sobre os engajamentos correspondentes. Não há gerência intermediária entre o engenheiro e a diretoria.

A admissão é feita por indicação interna e por dois processos abertos anuais. O tempo médio de permanência é de cinco anos e quatro meses, índice raro no setor.

Mantemos um programa de residência técnica de doze meses, voltado a profissionais com formação adjacente à computação. A turma atual tem seis residentes.

Reunião de equipe técnica em ambiente de trabalho
Operação atual
2014
Ano
de fundação
34
Engenheiros
internos
15
Engajamentos
ativos por ano
5,4
Anos de
permanência médio
Liderança técnica

Quem responde por cada frente.

A liderança técnica participa diretamente das revisões trimestrais e da definição da arquitetura de referência em cada engajamento.

Renata Maciel

Diretora de Engenharia · Sócia-fundadora

Engenheira de software com formação em sistemas distribuídos pela USP. Quinze anos atuando em plataformas de alta disponibilidade.

Júlio Gondim

Líder de Plataforma · Sócio

Conduz a frente de plataformas internas. Responsável pelos contratos de SLA e pela escala de plantão técnico.

Ana Castelo

Arquiteta de Dados

Coordena a prática de plataformas analíticas. Atuou em modernizações em saúde suplementar, varejo e setor público.

Tiago Ferraz

Engenheiro de Confiabilidade Sênior

Lidera a operação de plantão e a residência técnica do estúdio. Mantém o programa de pós-incidente da casa.

Conversar com a Órbita

Existe uma decisão técnica esperando a sua atenção?

Recebemos diretorias e times de produto em um primeiro encontro de cinquenta minutos. Saímos com um documento curto de escopo preliminar, útil para sua organização independentemente de seguirmos.